Eis um manifesto:


Deixa dançar sob a brisa leve que gela a pele,
Com a felicidade estampada no rosto
E no prazer que mergulha o corpo.
                                             
Inspirando e enchendo os pulmões de vida,
Amando livremente o Ser que se desvenda.
O ser que se desdobra em inúmeras faces.
Amando o duvidoso que solidifica
Em busca de suas próprias partes.

Deixa sonhar e duvidar.

Deixa coexistir o Ser em contradição.


Deixa errar.

E sensibilizar.


Mas, não. Não exija nenhuma solução.

Das respostas...
Só o que a nós importa
São as perguntas que lhes originarão.

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