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Mostrando postagens de Junho, 2011

Eis um manifesto:

Deixa dançar sob a brisa leve que gela a pele, Com a felicidade estampada no rosto E no prazer que mergulha o corpo. Inspirando e enchendo os pulmões de vida, Amando livremente o Ser que se desvenda. O ser que se desdobra em inúmeras faces. Amando o duvidoso que solidifica Em busca de suas próprias partes.

Deixa sonhar e duvidar.

Deixa coexistir o Ser em contradição.


Deixa errar.
E sensibilizar.

Mas, não. Não exija nenhuma solução.

Das respostas...
Só o que a nós importa
São as perguntas que lhes originarão.