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S.T.E.P.H. significa passos, lembra?
Onde estão seus passos?
Venha com eles encontrar meus abraços...
Por onde vai o vento que já foi?
Quem sabe um dia eu consiga lhe dizer:
O quanto sinto falta de você!
Ass. Marginal Alado Fugido do litoral

Quando chegar a hora
 Você vai encontrar as coisas mais lindas
E nós vamos recomeçar do ponto de partida.

Em nossa cama
Faltarão lençóis
E nessa mesma nota
Que hoje embala meus caracóis
Desataremos os nós da despedida.

E quando a chuva cair
Eu saberei pra onde ir
Para seus braços voltarei.

Sem que nada nos separe
Serei sua outra vez
Assim, faremos que o tempo pare
E que os nosso cheiro exale
O amor que a gente fez ...
Minhas ideias andam em ritmo frenético, estou trabalhando bastante, estou produzindo muito também, mas, escrever assim livremente, já faz tempo que não o faço e cheguei a conclusão que é indispensável pra mim, uma questão de manter a saúde mental. . Talvez isso aconteça pela minha dificuldade de expressão verbal, mas, quando escrevo consigo deixar os pensamentos dispersos, um pouco menos desorganizados, de modo mais eficiente. Há dias que não durmo direito devido ao boom de ideias criativas, como nunca tive antes. O fato é que sou muito esquecida e registrar tudo já me poupa bastante tempo de vida. Decidi criar um memorial cotidiano de meus estudos e inquietações mais constantes. Na realidade a inspiração partiu de um trabalho solicitado por uma professora, de que criássemos um memorial da disciplina e acabei me dando conta que as maiores reflexões que já tive foram fora da academia, fora da sala de aula, no meu cotidiano e com pessoas que passaram rapidamente por minha vida e que ta…

Há dias que faltam tantos dias...

Há dias em que perco as chaves
Há dias em que não me reconheço bem
Há dias sem viajens
Há dias em que a saudade vem.
Há dias em que a chuva chega
E a realidade também.

Há dias que faltam tantos dias...

Adormecer em um abraço

Procuro tua voz nestas memórias
Não encontro.
Procuro tuas palavras nestas páginas
Mas, elas se dissolvem.
Como quero tê-la um dia em meus braços
Amá-la como se ama à uma mulher
Tão suave e calorosamente.
Ouvindo cada pequeno gemido de prazer.
Até nos calarmos da louca vontade de amar
E adormecermos em nossos abraços.

Soledad

Hoy volaré
En esta noche
Volaré tan pronto cuanto mi deseo
Para la ternura de sus brazos donde voy a dormir-me, eterna.

À infância um recomesso

Imagem
Com os olhos arregalados ela observa o objeto gigantesco projetado na parede, tem três vezes seu tamanho. Alguns segundos de estranhamento e ela tenta agarrar o objeto com suas mãos pequeninas. Impossível. A imagem continua fixa na parede. Ela sorri, encabulada e tenta novamente. Agora observa suas próprias mãos fixarem-se e desaparecerem da parede. Pouco tempo depois, já são mãos, braços, figuras começam a surgir. Tantas são as borboletas e coelhinhos quantas as mãos que as compõe com as sombras projetadas na parede branquíssima.
Agora, a criança observa absorta. Até que o medo se esvai e ela faz da parede seu palco e começa a atuar nele. Tira e coloca objetos sobre a mesa, onde está posta, mais ao fundo, a lanterna que ilumina a escuridão daquele feriado em que uma família assiste extasiada o prazer da descoberta.
A criança corre para frente e para trás, encolhe e aumenta, os objetos agigantante-se em suas mãos e diminuem. Ela pula é só encanto, jogando com a realidade que a cerca. …